Algumas palavras balbuciadas independentes chegam por aqui,pelas cadeiras de madeira.Altas.Desconfortável é esse imaginar em situações distorcidas pela (inventada) necessidade de aceitar.Não sei não pode ser lema.Gostaria que essa tal fada madrinha me curasse dos pudores desses mito, que ela mesma tirou da abóbora.Eu quero acordar da fantasia transfigurado o lado da historinha em convicção.Desenho de borda de aula não é expressão,é mal devaneio.Subentendimento é coisa demais tem que podar pra decidir.Volta pro quadro.Estala na aula.Faz ponto final virar sensação.Faz sem continuar sentada,vai.Por favor.

3 Comments:
"Faz sem continuar sentada, vai. Por favor."
até a morte dança, e usa chapéu. se ela senta é pra tirar sarro.
a Morte, entenda-se.
quem me diz isso anônimo?
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